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O Zoológico vai pipocar de atrações no próximo domingo (21), ao sediar o 1º Festival de Pipoca do Zoológico de Brasília. Realizado pela Associação de Pipoqueiros e Permissionários (APP-Zoo), o evento terá como novidade pipocas de vários sabores, como: pipoca com bacon, queijo, chocolate, caramelo e parmesão, entre outros.

O Festival acontecerá no Teatrinho do Zoo (próximo ao Borboletário). Além de pipoca, os visitantes poderão assistir peças teatrais, shows músicas, feiras sustentáveis, participar de brincadeiras e é claro, ter o dia para desfrutar da grande atração do Zoo, que é a visita aos recintos dos animais.

A primeira edição do evento é uma iniciava para agradar ao público diversificado que frequenta o Parque. Dessa forma, atenderá crianças com atividades recreativas e também os adultos, ao oferecer, além das degustações, atividade de educação ambiental e oficinas.

O valor da pipoca será diferenciado conforme o sabor. A entrada no Parque custa R$ 2,00 (dois reais), idosos acima de 65 anos e crianças com até 5 anos de idade têm entrada franca. Participe da grande festa e traga familiares e amigos!

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O Zoológico de Brasília, em parceria com o Ministério da Ciências Tecnologia e Inovação (MCTI), apresentará a exposição denominada, “Biomas do Brasil: Espaço Cerrado”. A amostra aguarda os visitantes no Foyer do Museu do Zoo, que estará aberto ao público de 9 às 17h, de terça a domingo durante todo o mês de setembro.

O evento celebra datas importantes como o Dia em Defesa da Fauna, lembrado em (22/09); Dia do Cerrado (11/09); Dia do Médico Veterinário (09/09) e Dia do Biólogo, comemorado no dia 03 do mesmo mês. O encontro acontece sob a coordenação conjunta entre o Museu de Ciências Naturais do Zoo e a Secretaria de Políticas Programas Pesquisas e Desenvolvimento (SEPED), do referido Ministério.

Ao todo serão apresentadas 13 imagens representativas da fauna e flora do bioma cerrado. Dessa forma, o Zoo fortalece o seu papal como importante instrumento na educação ambiental, pois além da exposição, os visitantes poderão conhecer o Museu e visitar peças de animais taxidermizados e osteotécnica (estruturas esqueléticas) de animais, entre outras.

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O Instituto Federal de Educação de Brasília (IFB), em parceria com o Zoológico, ministra o Curso para Capacitação de Cuidadores de Animais. Por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego(PRONATEC), os integrantes recebem aulas de ética, noções de português, biologia, legislação ambiental, conceitos básicos sobre manejo, nutrição animal e medicina veterinária, entre outros. Sediado no Zoológico, o 1º curso terá o melhor ambiente para aliar a teoria à prática.

Com extensão em nível nacional, o objetivo é qualificar o trabalho realizado pelos profissionais conhecido como tratadores e melhorar os conhecimentos dos estudantes de graduação das áreas a fins. Com as novas técnicas, os servidores estarão mais capacitados para prática de manejo, higiene de instalações, ambientação de recintos, diagnóstico a partir da fisiologia animal e outras atividades pertinentes à função.

As aulas iniciaram no último dia (14/07) e terá um total de 246 horas aulas, distribuídas em teoria e prática. Além da gratuidade total do curso, os participantes recebem auxílio alimentação e vale transporte (cartão fácil).

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Por determinação da direção da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), está aberta a concessão para uso e exploração de mais uma lanchonete no interior do Parque. Com edital publicado desde maio deste ano, fica aberta a oportunidade para que empresários do setor de alimentação explorem um dos pontos mais visitados do DF.

As empresas vencedoras poderão utilizar as dependências em conformidade com texto do edital, confira aqui o qual prevê o fornecimento de lanches e refeições. Com a instalação de mais uma área de alimentação, aumenta as opções para que os amantes da natureza reponham as energias enquanto apreciam o parque.  

O edital também determina que as novas estruturas tragam um conceito ecológico em edificações. Além da visão temática, está prevista uma ampla área coberta para que os visitantes se protejam do sol ou da chuva enquanto apreciam as maravilhosas paisagens do Parque.

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Graças ao trabalho da Diretoria de Alimentação e Nutrição Animal (DAN), o zoológico de Brasília é considerado um centro de excelência em nutrição de animais silvestres. Após estabelecer novos critérios para o cuidado com a dieta, a direção vem qualificando os profissionais do setor e garantindo qualidade de vida aos bichos.  

Segundo o zootecnista e diretor da DAN, Guilherme de Carvalho, o controle nutricional traz outros benefícios. “Não é só pela manutenção. A alimentação tem que levar em conta a idade e os hábitos dos animais e, sem desperdícios, disponibilizar a nutrição que precisam,” explica. A experiência reforça a instituição como centro de excelência ao exportar conhecimento, pois já apresentou as novidades ao zoológico de Goiânia e a um criador do mesmo Estado. “Nós abandonamos a prática amadora que existia e implementamos critérios técnicos profissionais”, reforça Carvalho.

Produção de orgânicos - A qualidade da alimentação envolve conhecimentos que a zootecnia e a agronomia oferecem para produção de nutrientes. Um bom exemplo é o cultivo de grãos, capins e leguminosas como milho, hortaliças, capim elefante e uma novidade para enriquecimento da silagem de nutrientes, o capim conhecido como teocinte. Este, que é o mais antigo ancestral do milho, garante alto teor de propriedades nutritivas presentes na natureza, está em fase inicial de cultivo, portanto, um ganho para os animais silvestres.

A silagem por sua vez, garante o armazenamento de 30 toneladas de nutrientes, tendo na composição: milho, feijão, capim elefante, e feijão guandu. Também traz vantagem do ponto de vista alimentar e econômico, uma vez que, em períodos de seca há escassez desses nutrientes. O Zoo também economiza em viagens na busca de capim e na compra de outros produtos alimentícios.

Inovação na composição da dieta – Antes, a ração era apenas distribuída e consumida. Hoje, é usada na preparação de bolinhos com várias frutas, o que melhora a dieta individual, pois cada um necessita de uma composição alimentar diferenciada. As aves por serem seletivas, comem apenas algumas frutas e, com a ideia de enriquecimento, é possível atingir o valor nutritivo desejado.

Resultado – A ausência de animais com enfermidades decorrentes da má alimentação, como doenças cardíacas, renais e hepáticas é outro indicador que garante a eficácia do programa estabelecido pela DAN. A partir da avaliação semanal sobre o escore corporal de cada espécie, é possível identificar o estado de bem estar dos bichos. Dessa forma, fica garantida uma dieta equilibrada, proporcionando saúde e qualidade de vida aos animais do Zoológico de Brasília.

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