No Zoológico de Brasília, com uma gestão eficiente dos alimentos destinados aos animais, a instituição adota práticas sustentáveis para garantir que cada item seja totalmente aproveitado. Talos, cascas e outras partes que não são consumidas por algumas espécies são redirecionadas para outras, evitando o desperdício e contribuindo para uma alimentação equilibrada.
De acordo com o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto, essa estratégia faz parte do compromisso ambiental da instituição. “Aqui no zoológico, trabalhamos para garantir o melhor aproveitamento possível dos alimentos. Se um animal não pode consumir determinada parte de uma fruta ou hortaliça, encontramos outra espécie que pode. Isso reduz o desperdício e melhora a nutrição dos nossos animais”, explica.
Confira detalhes sobre o assunto
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Entre os exemplos dessa prática sustentável está o reaproveitamento dos talos de couve. Eles não são consumidos pelas aves pequenas, mas são direcionados para a alimentação das emas, que os aproveitam integralmente. Já as cascas de banana, que não fazem parte da dieta das aves, são utilizadas para alimentar os elefantes.
Outros alimentos seguem o mesmo caminho. A casca de mamão, após a retirada da polpa para determinadas espécies, também entra na dieta dos elefantes. O mesmo acontece com a casca de melão, garantindo que nenhuma parte da fruta seja desperdiçada.
Com essa iniciativa, o Zoológico de Brasília reforça sua missão de aliar bem-estar animal e responsabilidade ambiental, mostrando que cada alimento tem um destino certo e sustentável.
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